sexta-feira, 1 de abril de 2016

Fonte [04]

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pg. 04
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          * Lázaro: Mas você sabe que o mundo não recebe Verdades, se não as vê [1Co 2.10-14] ... e mesmo vendo toda a Graça da Bondade da Vida, por todas as partes, ainda assim renegam o Criador, o Espírito Santo, e a Sua PalavraEle mesmo conhece, e, se Ele ta abriu, por todos os Justos, então, não há o que temer: Jo 16.13 .. [1Co 2.14-16] ..

          * Eu: Pois é, Lázaro; mas eu não temo [Sl 27.1]; só fico triste pelo mundo não receber a Verdade do Espírito [‘Então virá o fim, quando ele entregar o reino ao Deus e Pai.’]; mas é na firmeza das palavras de Jo 14.17, que este Livro se revela em que o entrego em Espírito, à alma de meu Pai, o meu Deus. Esta Verdade, aqui, se abre na própria Parábola de Ap 11.3, em suas duas Testemunhas Mártires [que são os 2 Tempos - Sangue da Cruz, nas folhas da cruz ...] ... 



          1ª - ‘abrirei a minha boca em parábolas’ ... fala do Silêncio de Levíticos, na Cruz do Sangue no Gólgota, e
          2ª - ‘publicarei coisas ocultas desde a fundação do mundo’ ... fala do Silêncio de Números, na revelação da quebra dos lacres [Ap 5.5] ... Hoje ... o Tempo Oportuno de Reforma : Qual?

          Olha-se, no Silêncio da Solidão, pois o visível é imagem do Espiritual: Sua Parábola, e este é ‘abalado’ [Hb 12.26] ... dando a Sua Luz, em Silêncio Visível .. aonde se é inundado pelas águas do Espírito, e recebe-se e reflete-se em cada palavra, sobre o que é derramado em Concessão de Misericórdia da Graça! [Cl 2.15].

          Silêncio! Silêncio no toque da trombeta [1Co 14.8] contra as trevas [potestades e principados]. Foi neste Silêncio que vi os 2 bois de Gideão nestas duas testemunhas mártires [Ap 11.3] que já se levantaram [Ap 11.11] ... e aqui estão, presentes, no que os céus são abalados [Hb 12.26] ...



          ... e compreendi, nessa passagem, que o 2º referia-se a Números, e que o 1º boi, referia-se a Levítico ... mais adiante, nas horas da Cruz, explico detalhadamente a Forma que se deu essa compreensão ... 

          * Lázaro: ... e o que você fala, deles estarem aqui presentes?
          * Eu: ... quero te agradecer pela honra que você me concede, de me chamar de você, e de Henrique ... 
          * Lázaro: ... mas esse é o seu nome ... e eu sei que você não gosta que te chamem de Senhor, mas ...
          * Eu: ... nem de Senhor ... nem de patrão ... nem de chefe ... e os bois estão presentes ... 
          * Lázaro: ... mas eu não os vejo, nem os ouço ... boi fala?

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próximo: pg. 05
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