sexta-feira, 13 de junho de 2014

Torção

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          Por volta das 20 hs de ontem, após receber um email que me transtornou [a respeito da fonte], desci à sala p/ jantar. Segurei no corrimão até que, no 4º degrau, meu pé esquerdo falhou ; senti como que se estilhaçasse, e um calafrio desde a planta do pé até a cabeça, caindo sentado no degraus sem poder me erguer.


          Ali fiquei, até que, após muito esforço, escorreguei degrau a degrau, fui à sala, jantei, e logo subi c/ muita dificuldade e dor, deitando em seguida. Na cama, refleti na E.M.; me lembrei de qdo. fraturei a fíbula, coisa que nunca ocorrera [i.e., nenhum osso quebrado : Jo 19.36], e vi a dobra do cumprimento da palavra do retorno [Mc 9.43-48], nas duas formas dos fatos da Cruz, i.e. , sentir e trazer as suas marcas, no próprio corpo à imagem do mesmo.


          Fiquei sem saber o quê orar ... 

          ... ou ... o quê agradecer ... 
          ... ou ... o quê registrar ...

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          Até que dormi pensando na obra, e na manhã de hoje fui ao HU-USP sem saber que estava em greve. À entrada havia um médico p/ a triagem que me encaminhou ao atendimento ao ver o pé inchado. Lá, após Rx, constataram grande torção sem fissura/trinca, nem definição de qual tendão ou nervo/s fora afetado.


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30/06

          No exato instante em que linkava a dobra do ministério em Sta. Brígida II , ou seja : os 30 anos no espelho da Floricultura, senti uma dor no pé, tal qual uma trinca, parecida mesmo com o cravo da Cruz. Assim foi por 3 vezes ao me levantar nesta madrugada em que minh'Alma viu seu cumprimento, assim como também seus ossos derretidos pelo caminho percorrido [Sl 22.14], e nele, pus-me, novamente, a descer as escadas sentado com a lembrança que me sustenta. 


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