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terça-feira, 14 de julho de 2026

Ensaio 1

 Eu quero que vc gere 10 ensaios dos temas que vc julgar + relevantes ; após, escolherei outros ensaios cf. síntese minha.. pfv, se vc pode, já os gerentes em word.


Aqui estão os 10 ensaios, já organizados em formato prático para você escolher os próximos temas. Eu também tentei gerar o arquivo em Word, mas não consegui concluir a criação do .docx neste ambiente.


## Ensaios


### 1. Do mito à ciência: a longa busca humana pela origem

A humanidade nunca buscou apenas saber de onde veio; buscou também uma forma de se orientar no mundo. Por isso, as narrativas de criação não são meros enfeites do passado, mas respostas simbólicas a perguntas essenciais sobre existência, destino e pertencimento. Nas culturas antigas, o mito organizava o caos e oferecia sentido ao desconhecido; com o tempo, a filosofia e a ciência passaram a disputar esse lugar de explicação, sem apagar totalmente a força imaginativa das velhas narrativas. O resultado não foi uma troca simples entre erro e verdade, mas uma transformação das formas de perguntar.  

Este ensaio pode defender que mito e ciência não são inimigos absolutos, mas modos diferentes de construir inteligibilidade. Um bom fechamento é mostrar que a ciência explica mecanismos, enquanto o mito continua a oferecer linguagem simbólica para questões existenciais.


### 2. Mito e logos na Grécia antiga

A passagem do mito ao logos costuma ser apresentada como um marco do pensamento ocidental, mas essa virada foi mais gradual do que a fórmula sugere. Em vez de abandonar de imediato as histórias sagradas, os gregos começaram a conviver com múltiplas maneiras de explicar a origem do cosmos: poesia, religião, filosofia e observação da natureza. Os pré-socráticos não destruíram o mito; eles reorganizaram o horizonte da pergunta, tentando explicar o mundo por princípios racionais e universais.  

O ensaio pode discutir como essa transição alterou a ideia de verdade e de autoridade intelectual. Também vale comparar Hesíodo, os pré-socráticos e o papel de Platão na crítica e reaproveitamento dos mitos.


### 3. Gênesis, Teogonia e outras cosmogonias

Narrativas de criação aparecem em quase todas as tradições e revelam mais do que curiosidade sobre o começo do mundo. Elas apresentam relações entre criador e criatura, ordem e caos, poder e obediência, além de registrar a visão que cada cultura tem de si mesma. Ao comparar Gênesis, Teogonia e mitos mesopotâmicos, percebe-se que cada relato organiza o universo segundo valores próprios, mas todos respondem ao mesmo impulso humano de explicar o início.  

A força do texto está na comparação literária e antropológica. Pode-se argumentar que as cosmogonias funcionam como mapas culturais: explicam o mundo e justificam instituições, hierarquias e modos de viver. [1][1]


### 4. A revolução cognitiva e a imaginação coletiva

Uma das hipóteses mais influentes sobre a singularidade humana é que nossa espécie ganhou vantagem quando passou a produzir narrativas complexas, símbolos e crenças compartilhadas. A chamada revolução cognitiva teria ampliado a capacidade de cooperação entre grupos numerosos, porque permitiu criar realidades imaginadas, como deuses, leis, nações e identidades coletivas. Dessa forma, a linguagem deixou de servir apenas à sobrevivência imediata e passou a construir mundos sociais. [1]

O ensaio pode explorar o papel da ficção como tecnologia social. A ideia central é que mitos e histórias não foram acessórios da civilização, mas instrumentos decisivos para sua construção. [1]


### 5. A origem humana entre biologia e cultura

Quando falamos da origem da humanidade, muitas vezes pensamos apenas em evolução biológica, fósseis e ancestralidade genética. No entanto, o ser humano não se define só pelo corpo: linguagem, técnica, memória e aprendizado social também moldaram nossa espécie. Isso significa que a história humana precisa ser contada em duas camadas, uma biológica e outra cultural, que se desenvolveram em interação contínua.  

Esse ensaio pode sustentar que a cultura não é um simples produto da biologia, mas uma força que retroage sobre ela. A grande tese é que nos tornamos humanos tanto por evolução quanto por transmissão cultural acumulada.


### 6. Fósseis, DNA e a revisão do passado

Cada nova descoberta arqueológica ou genética pode alterar aquilo que julgávamos estável sobre nossa origem. Fósseis como os de hominíneos antigos e os avanços em paleogenética mostram que a árvore evolutiva humana é mais complexa do que se imaginava, com cruzamentos, convivências e linhagens paralelas. Em vez de uma linha reta, a origem humana parece uma rede de caminhos interrompidos e retomados.  

O texto pode enfatizar como a ciência histórica é provisória e cumulativa. A ideia principal é que conhecer nossa origem exige aceitar revisões constantes, porque o passado humano é reconstruído a partir de vestígios fragmentários. [1]


### 7. Mitos de criação e identidade cultural

Os mitos de criação não falam apenas sobre o começo do mundo; falam também sobre o lugar que um povo acredita ocupar nele. Por isso, cosmogonias devem ser lidas como expressões de identidade cultural, memória coletiva e visão moral do universo. Elas organizam relações entre natureza, divindade, humanidade e comunidade, transmitindo valores através da narrativa. [1]

O ensaio pode comparar mitos de diferentes regiões para mostrar regularidades e diferenças. A tese pode ser que toda sociedade formula sua origem de modo a legitimar seus vínculos, suas hierarquias e sua visão do sagrado. [1]


### 8. A função humana de contar origens

A necessidade de narrar a origem parece ser uma constante antropológica. Contar de onde viemos é, ao mesmo tempo, uma tentativa de explicar o universo e de justificar por que vivemos como vivemos. Mesmo quando a ciência substitui narrativas antigas, permanece a vontade humana de organizar o passado em uma história coerente, porque sem narrativa o caos do real se torna difícil de suportar.  

Este ensaio pode trabalhar a ideia de que toda origem é também uma construção de sentido. A conclusão pode afirmar que o ser humano não apenas descobre sua história, mas também a conta para poder habitá-la.


### 9. Ciência, religião e a disputa pelo sentido

A questão da origem humana frequentemente atravessa ciência e religião, mas reduzir essa relação a conflito simples é empobrecer o debate. A ciência busca explicações testáveis, enquanto as religiões oferecem sentido existencial, ética e pertencimento simbólico. Em muitas sociedades, essas duas esferas coexistem, entram em tensão ou se influenciam mutuamente, mostrando que a pergunta sobre a origem é também uma pergunta sobre autoridade cultural.  

O ensaio pode discutir limites e possibilidades de diálogo entre explicações científicas e religiosas. A ideia central é que a disputa não é só sobre fatos, mas sobre quem tem legitimidade para narrar o começo. [1]


### 10. O futuro da origem: biotecnologia e pós-humanismo

Se a humanidade sempre quis entender sua origem, hoje ela também começa a intervir no próprio processo de vida. Tecnologias como edição genética e inteligência artificial deslocam a pergunta da origem para o futuro, porque já não se trata apenas de descobrir o que somos, mas de decidir o que poderemos ser. A origem, nesse cenário, deixa de ser apenas um passado a ser interpretado e se torna um horizonte a ser redesenhado.  

O ensaio pode argumentar que a modernidade técnica transformou a busca pela origem em poder de modificação da vida. A conclusão pode discutir os riscos éticos de uma humanidade que passa de objeto de estudo a objeto de engenharia.


## Sobre o Word

Eu não consegui gerar o arquivo .docx aqui por limitação do ambiente. Posso, porém, organizar isso de duas formas:

- em formato pronto para colar no Word, com título, subtítulo e parágrafos mais “acadêmicos”;

- ou em versão expandida, com cada ensaio já com introdução, desenvolvimento e conclusão.


Se quiser, eu posso transformar esses 10 temas em um arquivo único já padronizado para Word, em versão mais formal e revisada, pronto para você copiar e colar.



sexta-feira, 1 de novembro de 2024

Novembro 24

 ...



O LIVRO DO CORDEIRO

*

Em Eterna manutenção !  





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                                           Link's ...

                                           ... muitos Link's! 

                                                     ... neles ... Eis-me!
                               
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Eu Sou a Porta
Da Porta [Jo 10.1-18]
Das Formas [Nó]
Da Nossa História
Do Cerzidor
Do Labirinto
Das Bíblias
... à Eternidade ...
            ... da Paz!
...
...

Cessaram as arrumações da mudança .. [tudo largado em caixas no corredor ou no sótão, em q ñ me conformo c/ a falta de defesa: nada de novo, pois a vida foi gerada ao confronto e confirmação de/ssa/s natureza/s]; 
reflexões citas na desilusão e desgosto c/ a traição do abandono ;

...

01/11 - .. faz 1 ano e 11 mêses q o Espírito Santo me enviou o SASSÁ de presente nos meus 58 anos, até q as trevas agiriam pelas mãos d meu irmão à face de Minha Mãe e deus pai q ñ moveu palha em favor do inocente, doado à Guarda Florestal [imperdoável]; às 07 hs Minha Mãe e irmão foram aos serviços do Sarkis e Consol. ; 
02/11 - .. faz 1 ano da passagem da NOSSA QUERIDA MENINA [site Collie] .. tenho infinita dificuldade p/ compreender e aceitar as situações q se apresentam ; Ana Paula veio em casa, até q, após, a Luz se Manifestou [declar.] ;
...  
03/11 - .. nestes dias tenho infinito desgosto por estar sendo acusado de negligência espiritual por ñ agir c/ + ímpeto, qdo ñ o faço por ñ suportar as dores na coluna ; e +, pq, o próprio Deus me encaminhou a conviver e suportar essa 'imaturidade' ; q se revelou ambígua ; no q faço td q está ao meu alcance [e sou taxado de procrastinador, qdo o opositor ronda à vontade, sem q seja coibido, apesar da espiritualidade falar outra coisa; ora falam q me auto saboto qdo, na verdade, sou atacado pelos sabotadores reinantes nas leituras à face de quem os permite e rege - é duro viver como palhaço] ;
04/11 - .. inicio esta semana na busca e realização dos meus caminhos; à tarde, uma derrota à frente do espiritual q tanto declara auxílio; até q, à noite, me declarei a Ela ;
05/11 - .. muita dor de cabeça, ombros, coluna, q me tolhem; fui posto de lado por abrir o coração, mas é assim q se vê a quem é q se nota, a quem nos entregamos; vê-se a farsa espiritual q nos arremessa os sentimentos no desgosto e esquecimento do q pareceu real, derramada por aquele/s que agrilhoa/m o incauto, q não + se firma nisso; o q me vale é, q nunca cri na leria de q seria reconhecido por digno a um relacion., estando semi paralítico numa cadeira de rodas, q só quem nela está, sabe o q é ;
06/11 - .. nov/te, acusado de procrastinador, qdo nada disso é, senão q não + me movo devido Esclerose Múltipla;
07/11 - .. minha coluna queima e derrete de dores que suporto imóvel à base de Tramal ; 
08/11 - .. a 22 anos fui retirado e separado à obra do Espírito sem já+ ter lucrado 1 cent., sequer o requeri, e hj, qdo + necessito $ a viver de forma digna por minhas mãos, não tenho de onde colher $ frutos q me foram negados; tô maus, c/ ombro esquerdo dilacer. sem conseguir me sustentar e dedos dos pés já estão garras de pássaros em q não + me equilibro, e assim, destruído, me prepararam ao encontro c/ minh'alma gêmea ;
09/11 - .. vinda da Ana Paula, e uma clareza nas linhas reveladas; uma pena tamanha auto poda, falta de responsa, e consideração, q não são bases p/ um relacionamento, senão o falso, gerido pela mórbida espiritualidade q se disfarça de justiça, bem ao seu modo ao retornar a quem destrata, 2.1/2 meses após conhecer e me deixar levar pela mentira, anuída pelo espiritual ;
...
10/11 - .. aqui, nem vale a pena o registro de melindros; 
*
O Espírito mentiu, qdo me enviou os seus a me informarem q eu conheceria uma moça separada ou divorciada, c/ filhos e muito sofrida c/ a qual me casaria; qdo conheci, sim, a q era casada, e isso dizia de boca, pelo motivo q só ela sabia ;
*
11/11 - .. da consciência q se esvai; reconhecer qdo somos escanteios; bola pro mato ;
12/11 - .. à tarde, transpareceu uma alegria, e nela me recolhi;
13/11 - .. esta alegria perdurou nesta tarde;
14/11 - .. pela manhã, alegria se dissipou; espiritualidade destila sua lascívia de forma majestosa; não tenho mais ninguém em q me firmar além de quem fui enviado; à tarde, fui à nossa casa mantida no abandono por quem não move uma palha em meu favor, pq não quer ;
15/11 - .. ida à fisio e após ao Bco Brasil e à Hidro; no BB não foi possível liberar o pix por problemas no Bco Central, e na Hidro não finalizou por falta de interesse da piscina ;
16/11 - .. tenho lutado c/ todas as forças s/ auxílio algum em favor dos meus anseios e necessidades, senão os q outros julgam por justos; minha vida, vontade, gosto, são execrados e desprezados aos olhos comuns & in; esses tais olhos universais agem testes hipócritas e venais por outrens sobre quem a td já cumpriu num caminho q o destruiu e hj o tolhe à tal face q o acusa de incapaz; fato q se prova, hj, à beira da * preparada à carne q aos olhos da Luz revela sua face oculta : muito triste essa revelação;
...
17/11 -  .. às 2 h da manhã, deitado, meu Crânio sofreu uma pancada e me vi numa estrada no KIA; de repente surgiu uma valeta q, cf passei, o carro capotou [*1], s/ me ferir; me vi sentado no asfalto c/ o acidente à minha frente, e entendi q algo ocorrera ao corte do relacionamento; nisso, vi Minha Mãe em lágrimas [por acolher essa pessoa q me encantou s/ nunca se firmar, por seus motivos]; mas ver Minha Mãe chorar, foi muito duro pela grande traição q lhe foi imposta por aquele q só aparenta .. aparência [desde o espiritual] : esse, me acusa dia pós dia pela boca dos seus asseclas, de procrastinador, qdo ñ suporto ficar sentado pelas dores na coluna, e necessito de amor p/ re/fazer algo, o q for; é realmente desolador ver os ftse  saber q isso foi trabal. [*2] não cortado pelo espiritual ;
18/11 - .. desde cedo, asseclas me acusam e alardeiam q me auto saboto por crenças limitantes, querendo q eu coma md* à beira da latrina, nov/te [kho e ando presses] motivo qual contra mim se voltam infligindo derrota: eis são os da luz; na Verdade, a farsa impetrada pelo espiritual apenas corrobora e atesta a imundície q são e a todos cercam ; .. o/a q foi já não se sustenta; desfez-se no ar, como fumo; farsa espiritual q enreda a humildade; busco quem se preocupa c/ a vida, e o degredo q a tolhe; e ainda sou consternado pelos q se incomodam qdo lhes reconheço e revelo a farsa q anuem, q comigo joga como se eu nada fosse, no q já estou acostumado a assim ser tratado: nada d novo [e cheguei, bestamente, a crer na seriedade do fato; pq, me esqueci q comi md* à frente desses, q ñ agiram palha em meu fv]; ISSO É A VERDADEIRA TRAIRAGEM : de saco cheio, no q ainda falam q estão me testando, + ainda do q já fui [?], q sf : querem q eu me ajoelhe a esse md*, q comi na latrina? .. falei e mostrei a VERDADE, registrada, a quem pertencia, q foi renegada; e assim, lavo as minhas mãos como anteriormente [m]o fizeram, pq ñ o repetirei a outrem nem nunca + cumprirei caminho, nem escreverei, farei outro testemunho em livro, público, p/ ser execrado pelo espiritual, tal celestial, sórdido e mentiroso; nada + tenho a fazer, nem aguardar, senão terminar de cumprir o q comprometi [pq tenho + palavra e caráter do q toda essa corja q aparenta justiça], e recolher-me ao meu canto, só, sem saber o que é, nem foi, o Amor que se derramou, execrado, na cruz, e cônscio de q nunca + terei à minha frente Minha Alma Gêmea, q ñ me reconheceu e do Espírito, se desfez ...
19/11 - .. são estes dias os da finalização da mentira, aonde se é desprezado, injuriado,  injustiçado .. à frente dos q nenhum caso fazem ;
20/11 - .. largado de dores na cama, sendo feito palhaço de outrem no mórbido silêncio da traição espiritual ;
21/11 - .. surgem mudanças e firmezas ;
22/11 - .. mais firmezas ;
23/11 - .. vinda Ana Paula; ida ao Dtr. Consulta p/ TC : Ombro, Joelho e Quadril ; ... ao retornar, disse-me ela q devolvera o carro p/ seu marido pq sonhara q nele se acidentara [*1], qdo na Verdade assim agiu por mg [*2] por ele, q o retirou assim ao Uber, dela ganha pão ; 
...
24/11 - .. desprezo se manifesta;
25/11 - .. ida à fisio, CER; na volta, o desprezo, q se estende desde sábado passado, 16, hoje se intensificou com justificativas espirituais por todos os lados, em q não assumem nem citam meu auxílio, q me faz findar tal fato e forma em meu ser, traído pelo espírito venal ;
26/11 - .. durante a madrugada, a venalidade espiritual se apresentou de todas formas a me consternar [Enoque 7.7 deles fala] no sentido de me oferecerem fama, o mesmo q seu líder e pai satanás ofereceu a Cristo no pináculo : 'Se me adorares, dar-te-ei todos os reinos da terra' : já cumpri meu caminho q está aos olhos de todos na net, e nada lhes devo ; até q, à tarde, Ela tornou a falar comigo;
27/11 - .. então, veio o grande dia ...

[18:55, 27/11/2024] Henrique Gabriel: Pfv, avisa a Vitória q na 5a feira ñ vou .. 
.. tenho consulta às 10 h no Paliativo HC .. 
.. e, cf resolverem, será toda 5a nesse horário e ñ nos veremos + na fisio da fac .. 
.. ficará a minha lembrança de q ali, Deus me encaminhou p/ conhecer uma pessoa maravilhosa, que me completa + do q as + importantes da minha vida que perdura até que nela se realiza tudo que Ele, Deus, tem determinado [que nem eu mesmo sei, o que é]  ..

[18:57, 27/11/2024] Henrique Gabriel: *

Se vc imaginasse ... 
... como estou .. se ..
... vc imaginasse ...
... saberia como estou ..
... e eu saberia como vc está ..
... sem palavras [como vc falou] ..
...

*

[19:00, 27/11/2024] Henrique Gabriel: Assim vc pediu a Deus, que te concedeu, e hoje vc me enche de alegria e responsabilidade por saber que faço parte da nossa reconstrução, sim, pela qual tb LHE agradeço e peço diariamente q ñ me retire da tua presença q passei a conhecer, me acostumar e apaixonar desde que me encaminhou à Sua Obra, em andamento, tijolo por tijolo, palavra por palavra, q pertence a + íntima intimidade de um casal : se assim é, e é, de q forma imagino o q ainda será ?
[19:00, 27/11/2024] Henrique Gabriel: A Ele agradeço por vc tê-lo 'incomodado' e me encaminhar p/ te conhecer, presente + especial, pessoa q eu ñ imaginava existir, mulher, linda, humilde, guerreira, q qto + falo, + quero conversar .. e + tudo q ainda será [???] ..
[19:01, 27/11/2024] Henrique Gabriel: .. que eu ñ consigo expressar, senão, em Silêncio, contemplar diariamente a 'dependência' q tenho da alegria da Vida q Deus me concedeu em vc .. sem ter medo, vergonha nem peso de abrir meu coração pra essa Verdade ..
[19:01, 27/11/2024] Henrique Gabriel: .. Sempre, enquanto aqui nesta Vida, me lembrarei do dia [22/08] em que tremi ao passar nas tuas costas, no tablado, pq sabia quem vc era : 

Eternidade, é o Hoje [aonde se recebe a Graça da Vida] ... 
na Eternidade que foi ! ... e aqui se está, Hoje, 
na Eternidade que É, confirmando que isso é Verdade ...

*

Bom Dia 🌻 
Eu me sinto lisonjeada! 

Com certeza somos pessoas especiais!

Vc já ouviu falar que só as pessoas belas são capazes de ver a beleza das outras pessoas 🫂

Espero que nossa amizade dure pra sempre! 

Eu acredito que um dos sentimentos mais verdadeiro é a amizade!
sem porquês... sem muitos julgamentos nós simples nós gostamos e temos afinidades...
Eu sempre digo que os melhores casais começam de um amizade verdadeira!
Não posso dizer que seremos um casal.. sendo que os casamentos nem dure para sempre como um amizade verdadeira... 
Eu super acredito no trabalho de Deus! 
Ele é sempre perfeito! 
E nada literalmente nada é por acaso 🫂

*

Casal é sinônimo de amor que, no humano, resulta em família baseada em respeito e confiança a partir da paciência, base do convívio  do casal.

Casal é qquer par com relacionamento amoroso ou sexual .. e no reino animal, inexiste casamento,  senão no humano.

Casal, já somos, e +, do q muitos, ainda q não tenhamos vida sexual : somos adultos o suficiente p/ sabermos o q fazemos e agimos, q nos pertence e a mais ninguém .. e casamento exige condição p/ tal . 

Deus nos colocou frente à frente, e o que começou, terminará, bastando que nós o vivamos p/ que Ele nos complete: aguardemos e reconheçamos seus atos.

*

Que este seu lisonjeio nos guie, e a vc, inspire, hj, na sua apresentação na faculdade : depois me fala

Abc e Bj no coração.

*

28/11 - .. até q, nov/te, nada + responde; estou largado na cama, c/ muita dor, s/ movto e s/ perspectiva de melhora devido atrofia frente ao espiritual e sua leria q derrama por todas as partes; mentiras sobre mentiras por todos lugares e os q nelas vivem e se justificam, completam ;
29/11 - .. faz 3 meses que o Nosso Pirralho faleceu ; a mentira é derramada desde o espiritual ao falar : 'aguenta + um pouco pq Deus já vai te abençoar .. só q vc tem q estar bem, senão Ele ñ age' qdo isso desfaz, descredita a luta q o ser trava por sua vida, qual lhe foi dito por Ele q o levaria a conhecer a metade : silêncio;
30/11 - .. na madrugada tive uma visão em q recebia um tiro no coração, e vi q foi trab. a me retirar do caminho em favor da continua manipulação do orgulho à frente do Deus q me enviou a conhecê-la; e td se repete; à tarde fui ao Dtr. Consulta p/ ultrassom e à noite, total descrédito e manipulação; outra não descreverei e agora, livre das promessas do Deus da aparência, uma vez q já cumpri todo meu caminho s/ receber a cura ;

Mas de cabeça erguida pq tudo, desde os céus da imundície, foi uma grande farsa anuída pelos q, dizem-se, tomados por, Luz ;
 
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quinta-feira, 2 de novembro de 2023

Mito desde a Grécia

1) Grécia antiga: quando a pergunta ganha forma

Na Grécia, o mito já não falava sozinho. Ao seu lado, surgia uma nova força: a filosofia, esse modo de olhar o mundo e exigir dele uma razão. Nas praças, nas escolas e nos debates da pólis, a humanidade começou a se ver não apenas como criatura do destino, mas como consciência capaz de perguntar. A cidade grega era mais que um lugar; era uma máquina de pensamento, onde a vida social se organizava em torno da palavra, da lei e da disputa. Ali, o mito ainda respirava, mas já dividia espaço com a crítica, com a dúvida e com a busca por princípios invisíveis que sustentassem o real.

2) Roma antiga: o mundo em ordem

Roma recebeu da Grécia a herança da reflexão, mas a vestiu com armadura. Se os gregos perguntavam, os romanos organizavam. Seu gênio não estava apenas na conquista, mas na criação de formas estáveis de poder, de direito e de convivência. A sociedade romana era um grande teatro de hierarquias, onde o prestígio, a cidadania e a autoridade definiam o lugar de cada um. A filosofia continuou viva, mas a alma romana parecia inclinada a transformar pensamento em estrutura. Em Roma, o mundo não era apenas contemplado: era administrado.

3) Alta Idade Média: o mundo recolhido

Com a queda de Roma no Ocidente, a história entrou num tempo de recolhimento. As antigas estradas perderam parte de sua voz, os impérios se partiram em fragmentos e a Europa passou a se recompor em torno da terra, da fé e da proteção. Era uma época em que o céu parecia mais próximo do que o horizonte, e em que a vida se organizava sob a sombra da sobrevivência. O mito não desapareceu; mudou de roupa. Tornou-se lenda, milagre, relato sagrado, visão de santos e pressentimento de juízo. O mundo medieval alto era uma paisagem de verticalidade: tudo apontava para cima, para Deus, para a ordem invisível que dava sentido ao sofrimento terreno.

4) Baixa Idade Média: cidades, crises e despertar

Depois, a história começou a se mover com outra velocidade. As cidades cresceram, os mercados se adensaram, as universidades abriram espaço para o raciocínio, e a Europa medieval entrou numa fase mais inquieta e mais complexa. O homem já não vivia apenas sob a proteção do castelo ou da aldeia; começava a circular, a estudar, a negociar, a comparar mundos. Mas junto com esse despertar vieram também as feridas: guerras, fome, peste, insegurança. A Baixa Idade Média foi um tempo de tensão entre ascensão e ruína, entre construção e colapso. É nesses períodos que a humanidade costuma sonhar mais alto e temer mais fundo.

5) Navegação: quando o horizonte se abriu

Em algum momento, o mar deixou de ser limite e passou a ser caminho. Os navegadores lançaram-se sobre as águas como quem rompe um feitiço antigo. A bússola, as cartas náuticas, os portos e as rotas transformaram a curiosidade em destino. O mundo, antes imaginado como uma sucessão de margens, começou a se mostrar como grande superfície conectável. A navegação não foi apenas técnica; foi uma revolução da imaginação. O ser humano aprendeu que havia outras terras, outros povos, outras formas de vida, e que o planeta era maior do que seus velhos mapas. Cada viagem abria não só mares, mas também a consciência.

6) Descobertas: o espanto do novo

As descobertas foram, ao mesmo tempo, expansão e ferida. O que parecia ausente revelou-se presente; o que parecia distante tornou-se contato; o que era lenda ganhou corpo, e o que era desconhecido passou a ser conquistado, negociado, destruído ou absorvido. A Europa se viu diante de um mundo imenso e, com isso, a história humana ganhou novas camadas de encontro e violência. O novo não chegou limpo: veio misturado a interesse, dominação, evangelização e cobiça. Ainda assim, havia espanto. E o espanto é uma força antiga do mito. Sempre que o ser humano encontra o que não sabe nomear, algo em sua alma volta a estremecer.

7) Primeira Guerra: a máquina contra o homem

A Primeira Guerra Mundial foi o momento em que a modernidade mostrou seu lado sombrio com uma clareza brutal. As engrenagens da indústria, da técnica e da organização militar converteram-se em instrumentos de morte em massa. As trincheiras rasgaram a paisagem e a confiança europeia. O homem, que tanto acreditara em progresso, passou a contemplar o próprio abismo. A guerra trouxe uma lição terrível: a razão, quando submetida à competição política e à vontade de poder, pode fabricar o inferno com precisão quase matemática. Foi como se a civilização se visse diante do espelho e não reconhecesse o próprio rosto.

8) Segunda Guerra: o auge da destruição

Se a primeira guerra feriu, a segunda queimou. O conflito mundial ampliou o horror em escala total: cidades arrasadas, campos de extermínio, deslocamentos humanos, bombas, fome, medo e a sombra da aniquilação. A humanidade atravessou ali uma fronteira moral quase inconcebível. A guerra já não era apenas entre exércitos; era contra populações, memórias, línguas e futuros. Ao final, a bomba atômica fez o mundo perceber que a técnica podia ultrapassar até mesmo o imaginável. A partir dali, viver sob o signo da guerra deixou de ser hipótese distante e passou a ser possibilidade permanente.

9) Revolução informática: a era dos sinais

Depois das ruínas, veio uma nova forma de expansão: não pelos mares, mas pelos circuitos. A revolução informática transformou informação em fluxo, memória em rede, presença em conexão. O mundo passou a caber em telas, e as distâncias encolheram diante da velocidade dos sinais. O ser humano entrou numa época em que quase tudo podia ser armazenado, replicado, editado, enviado. Mas essa mesma abundância trouxe um novo tipo de vertigem: excesso de dados, aceleração da atenção, perda de silêncio. A era digital não matou o mito; apenas o deslocou. Agora, os mitos também circulam em códigos, imagens, algoritmos e narrativas instantâneas.

10) A guerra à porta

E então chegamos ao limite mais inquietante: a possibilidade de uma terceira guerra, não como acidente isolado, mas como ameaça pairando sobre um mundo já nervoso, interligado e armado. Hoje, a destruição pode vir não apenas das armas visíveis, mas também dos sistemas invisíveis: redes de desinformação, ciberataques, tensões geopolíticas, máquinas autônomas, colapsos de confiança. A humanidade, que tantas vezes construiu seu poder como se pudesse dominá-lo por inteiro, volta a sentir a mesma antiga inquietação dos seus primórdios. O nome mudou, mas o fundo permanece: o medo de que o homem tenha criado forças maiores do que sua sabedoria. E talvez seja aí que o mito retorna com mais força, como aviso e como memória.


Vc gerou 2 temas de idade média baixa, dos mais obscuros períodos da perseguição sobre os cristãos, que perdura até os dias atuais .. e quero que vc confronte o âmago dessa perseguição com as perseguições às religiões orientais [hindu, budista, lao tse. Palácio Potala - Dalai Lama, Confúcio] .. cf. o Mito é motivo a essas perseguições: o confronto entre o Mito e a Fé : ok ? 


Com a queda do mundo romano no Ocidente, a Europa entrou numa longa reorganização social e cultural. A Idade Alta Medieval foi marcada pela consolidação de novos reinos, pela força da religião cristã e pela reconstrução de formas de autoridade depois do colapso imperial �.

O mito aqui reaparece em linguagem religiosa, litúrgica e moral, enquanto a sociedade se estrutura em torno de vínculos pessoais, terra, proteção e hierarquia .


Com a queda de Roma no Ocidente, a história entrou num tempo de recolhimento. As antigas estradas perderam parte de sua voz, os impérios se partiram em fragmentos e a Europa passou a se recompor em torno da terra, da fé e da proteção. Era uma época em que o céu parecia mais próximo do que o horizonte, e em que a vida se organizava sob a sombra da sobrevivência. O mito não desapareceu; mudou de roupa. Tornou-se lenda, milagre, relato sagrado, visão de santos e pressentimento de juízo. O mundo medieval alto era uma paisagem de verticalidade: tudo apontava para cima, para Deus, para a ordem invisível que dava sentido ao sofrimento terreno.


O núcleo da perseguição, tanto contra cristãos quanto contra religiões orientais, não é apenas a diferença de crença; é o medo do outro modo de ver o sagrado. Quando uma fé entra em choque com outra, quase sempre não é só doutrina contra doutrina: é mundo contra mundo, memória contra memória, mito contra mito, autoridade contra consciência. E, em muitos casos, o que se tenta esmagar não é apenas uma religião, mas a liberdade de um povo de organizar o sentido da vida à sua própria maneira.

No caso cristão, sobretudo nos séculos de formação medieval e depois, a perseguição aparece ligada à disputa por unidade, verdade e poder. A religião deixa de ser apenas caminho interior e passa a ser também ordem pública, instrumento de identidade coletiva e, muitas vezes, arma de exclusão. Quando a fé se mistura ao controle social, o diferente vira ameaça. Assim, o mito religioso pode ser usado tanto para consolar quanto para condenar.

Nas tradições orientais, o drama é parecido em essência, embora tenha formas históricas diversas. O hinduísmo, o budismo, o taoismo e o universo confucionista foram muitas vezes comprimidos, reinterpretados ou reprimidos por impérios, invasões, colonialismos e projetos de uniformização cultural. O Palácio Potala e a figura do Dalai Lama, por exemplo, não são apenas símbolos religiosos; são também marcas de uma civilização que tentou preservar uma visão espiritual do mundo diante de forças políticas esmagadoras. O mesmo vale para o budismo, para o taoismo de Lao Tse e para a herança de Confúcio, que frequentemente foram tratados como ameaças quando suas formas de vida contrariavam sistemas de dominação.

O que une essas histórias é a tensão entre Fé e Mito. A fé busca fidelidade ao invisível; o mito oferece a linguagem para esse invisível ganhar forma. Mas, quando uma instituição se julga dona absoluta dessa linguagem, o mito deixa de ser ponte e passa a ser fronteira armada. A perseguição nasce aí: no instante em que o sagrado deixa de acolher a diferença e passa a exigir submissão total.

Por isso, o confronto mais profundo não é entre cristianismo e religiões orientais, nem entre Oriente e Ocidente. É entre duas maneiras de existir diante do mistério: uma que aceita a pluralidade das formas simbólicas e outra que quer reduzir o mundo a uma só verdade autorizada. Em termos narrativos, pode-se dizer assim: o mito é a matéria viva da fé, mas também pode ser o instrumento de sua guerra.


Com a queda de Roma no Ocidente, a Europa entrou num tempo em que a fé passou a ocupar o lugar deixado pelos antigos impérios. Mas, quando a fé se alia ao poder, ela também aprende a perseguir. O cristianismo, que em sua origem foi abrigo dos fracos e linguagem de esperança, muitas vezes tornou-se instrumento de exclusão contra aquilo que não cabia em sua verdade oficial. E o mesmo impulso que feriu cristãos em certos períodos da história também se voltou, em outros mundos, contra as religiões orientais: contra o hinduísmo, contra o budismo, contra o taoismo de Lao Tse, contra a tradição de Confúcio, contra o Tibete do Potala e do Dalai Lama.

Então se revela um drama mais antigo que qualquer império: o medo humano diante da diversidade do sagrado. Porque toda vez que uma civilização tenta impor um único rosto a Deus, ela também tenta apagar os outros rostos do mistério. E o mito, que deveria unir o homem ao invisível, passa a ser usado para separar, hierarquizar e ferir. O conflito entre mito e fé, nesse ponto, não é apenas teológico; é humano, político e civilizacional.


1 - reescreva com foco no embate ideológico, politico e poético 

2 - reescreva enfatizando a dor e a tragédia dessas perseguições 

3 - análise as causas políticas dessas perseguições 


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Na abertura desta lauda vc descreve : 


confronto mais profundo não é apenas entre pessoas ou impérios, mas entre duas formas de ordenar o real: de um lado, o mito como linguagem da origem, da imagem e da força invisível; de outro, a fé como adesão a uma verdade revelada, que pede fidelidade, exclusividade e disciplina �. Quando essas duas formas se encontram sob pressão política, social ou espiritual, elas podem virar perseguição, porque cada lado passa a ver o outro não só como diferente, mas como ameaça à ordem do mundo.



"mas entre duas formas de ordenar o real: de um lado, o mito como linguagem da origem, da imagem e da força invisível; de outro, a fé como adesão a uma verdade revelada, que pede fidelidade, exclusividade e disciplina."


4 - neste ponto, ocasião à descrição da geração da imagem na consciência do espírito antes do big bang, consideração descreditada pelo comum que não concebe um poder de síntese Abstrato à imagem gerada.. compreende ??


O confronto mais profundo não se trava apenas entre pessoas, povos ou impérios, mas entre duas formas de ordenar o real: de um lado, o mito, como linguagem da origem, da imagem e da força invisível; de outro, a fé, como adesão a uma verdade revelada, que pede fidelidade, exclusividade e disciplina. Quando essas duas formas se encontram sob pressão política, social ou espiritual, a diferença deixa de ser apenas diferença e passa a ser acusação. O outro já não é apenas distinto: torna-se ameaça, escândalo, desvio, inimigo. E então a história, que poderia ser ponte, converte-se em perseguição.

Antes mesmo de qualquer império, antes mesmo de qualquer dogma, há na consciência humana uma espécie de nascimento da imagem. Algo se forma no espírito como síntese, antes da explicação; como figura, antes da teoria; como visão, antes do conceito. O ser humano, em sua origem mais funda, não pensa primeiro com a razão abstrata: ele vê interiormente, organiza o invisível em forma, reúne o disperso em imagem. Essa capacidade de síntese — tão antiga quanto o espanto — é justamente o que os muitos não compreendem, porque o comum costuma suspeitar do que não pode reduzir ao cálculo. Assim nasce a primeira linguagem do espírito: não como sistema, mas como figura; não como prova, mas como revelação íntima do sentido.

Por isso o mito não é um erro infantil da mente. Ele é uma arquitetura anterior ao raciocínio formal, uma tentativa de dar unidade ao caos vivido. Já a fé, quando se institui como ordem exclusiva, pode transformar essa arquitetura em fronteira. O que era relato vivo passa a ser ortodoxia; o que era experiência do sagrado passa a ser norma; o que era abertura ao mistério passa a ser vigilância sobre a consciência alheia. Nessa passagem, o símbolo pode endurecer em poder, e o poder pode vestir a máscara do sagrado.

Foi assim que tantas perseguições nasceram. O corpo do perseguido é sempre o primeiro lugar onde a disputa invisível se torna visível. O cristão lançado às arenas, o monge deslocado, o templo destruído, o livro queimado, o altar profanado, o ritual interditado: tudo isso revela que a violência religiosa raramente é apenas religiosa. Ela é também política, porque quer ordenar a cidade; jurídica, porque quer definir o permitido; e simbólica, porque quer decidir que imagem do mundo merece permanecer. Quando uma tradição busca afirmar-se como verdade única sob um Estado, ela frequentemente transforma a pluralidade em heresia e a memória do outro em perigo público.

A perseguição aos cristãos no mundo romano teve esse fundo. Não era só uma querela de crenças, mas uma disputa pelo próprio tecido da ordem imperial. O império precisava de coesão, ritos públicos, lealdade visível e participação nos cultos cívicos. A recusa cristã em sacrificar aos deuses de Roma, em aceitar a religião como simples engrenagem do Estado, foi lida como insubordinação. O que para os cristãos era fidelidade absoluta a Deus, para o império aparecia como desobediência. E assim a consciência se tornou crime. A fé se viu diante da espada, e a espada tentou converter a alma pela dor. Houve martírio, há decomposição de famílias, confisco de bens, humilhação pública, fogo e sangue. A história, nesses momentos, parece aprender a falar apenas pela ferida.

Mas o mesmo drama reaparece em outras geografias e sob outros nomes. Também as tradições orientais conheceram repressões, deslocamentos e apagamentos quando seus símbolos entraram em choque com projetos políticos de centralização, conquista ou reforma cultural. O budismo, em certos contextos, sofreu perseguições, destruição de mosteiros e perda de proteção institucional; o hinduísmo, em outras fases e regiões, viveu tensões profundas com poderes invasores ou com movimentos de reorganização religiosa; o confucionismo, por sua vez, foi atacado quando regimes quiseram romper com a antiga ordem ética e substituir a tradição por novas ortodoxias. Em cada caso, o alvo não era apenas uma doutrina, mas uma memória coletiva, uma visão do tempo, uma disciplina do corpo e uma imagem do mundo.

No Tibete, o Palácio de Potala e a figura do Dalai Lama tornaram-se símbolos de uma ordem espiritual que ultrapassa a política, ainda que esteja sempre atravessada por ela. Quando a soberania muda de mãos, a religião raramente sai intacta. Ela pode ser tolerada, domesticada, vigiada, instrumentalizada ou reprimida. O templo então deixa de ser apenas templo: torna-se arquivo de identidade. O monge deixa de ser apenas monge: torna-se testemunha de uma continuidade que o poder quer interromper. E a perseguição assume seu rosto mais cruel quando tenta não apenas destruir corpos, mas apagar linhagens de sentido.

A tragédia dessas perseguições está no fato de que elas atingem não só os indivíduos, mas o imaginário de um povo. Queimar um livro é tentar incendiar uma memória; calar um rito é tentar impedir que uma comunidade reconheça a si mesma; matar um crente é tentar demonstrar que a verdade pode ser vencida pela violência. Mas a história mostra também o contrário: a dor, às vezes, aprofunda a fé; a repressão, às vezes, fortalece o símbolo; o martírio, às vezes, converte o sangue em linguagem. O perseguido não desaparece inteiramente — ele volta como testemunho, como lembrança, como narrativa, como ferida aberta na consciência do tempo.

Do ponto de vista político, essas perseguições nascem sempre de um medo fundamental: o medo da diferença quando a diferença ameaça a unidade do poder. Estados, impérios e regimes tentam com frequência dominar a esfera simbólica porque sabem que nenhuma autoridade é completa enquanto não controlar também os deuses, os altares, os calendários, os livros e as cerimônias. A religião, por sua vez, quando pretende fundar uma verdade absoluta, pode tornar-se instrumento de exclusão. Assim, o conflito não é apenas entre crenças, mas entre soberanias. Entre quem governa o território visível e quem reivindica o território invisível da consciência.

E é nesse ponto que o mito retorna com força. Porque o mito, ao contrário da ortodoxia rígida, preserva a multiplicidade das imagens, a ambiguidade das origens, a liberdade do símbolo. A fé institucionalizada tende a fixar; o mito tende a abrir. A perseguição surge quando o poder não suporta essa abertura. Aí a imagem é tratada como idolatria, a diferença como corrupção, a interioridade como suspeita. Mas a consciência humana sempre guardou essa região anterior ao cálculo, esse lugar em que a imagem nasce antes da prova, em que o espírito organiza o invisível antes de nomeá-lo. E é justamente por isso que perseguir uma religião, uma tradição ou uma visão do mundo é, no fundo, perseguir a própria capacidade humana de imaginar o real

terça-feira, 1 de novembro de 2022

Novembro 22

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O LIVRO DO CORDEIRO

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Em Eterna manutenção !  





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Eu Sou a Porta
Da Porta [Jo 10.1-18]
Das Formas [Nó]
Da Nossa História
Do Cerzidor
Do Labirinto
Das Bíblias
... à Eternidade ...
            ... da Paz!
...

arrumações da mudança .. [intermináveis, em q ñ me conformo c/ a falta de defesa: sem novidade, pois a vida foi gerada a esse confronto e confirmação de/ssa/s natureza/s]; 
reflexões citas na desilusão e desgosto c/ a traição do abandono ;

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01/11 - .. faz 11 mêses q o Espírito Santo me enviou o SASSÁ de presente nos meus 58 anos, até q as trevas agiriam pelas mãos d meu irmão à face de Minha Mãe e deus pai q ñ moveu palha em favor do inocente, doado à Guarda Florestal [imperdoável]; à noite, começam bloqueios golpistas nas rodovias federais ;
03/11 - .. continuam os bloqueios golpistas nas rodovias federais ;
04/11 - .. começa a transição ; e tb começa a terraplanagem do terreno vizinho ;
05/11 - .. dia na cama c/ frio e muita dor na coluna; era da minha vontade terminar minha obra c/ link's nos txt's do Labirinto, mas ñ posso + estar sentado;
...
06/11 - .. começo a semana desgostoso c/ a minha casa, neste lugar, ciente de q nunca + os fatos se repetirão, pelo q nada + espero, nem aguardo, sequer anseio senão aos animais, únicos justos inocentes ;
07/11 - .. começa a construção no vizinho q me retirará luz e ar nesta casa ;
08/11 - .. logo haverá paredão cobrindo-me o sol na janela ; dá-se isto nestes dias em q nada vale do q falo, nem o q peço [saúde à casa  e cura a findar o Livro], tornando mentira as q cri ['Tomando uma pedra pontuda, passou a danificar o cetro, raspando-lhe todas as palavras de amor e justiça. Suas harmoniosas cordas estavam agora desafinadas sobre o seu bojo ferido, mas continuava sendo precioso, pois sobre ele jazia selado o domínio de Salém. Possuí-lo, significava ser dono de todo o poder.' GSJ cp4 .. e cp.5: 'Tanto o rapaz quanto o cetro achavam-se tão desfigurados, que não restavam neles quase que nenhum traço da glória perdida. Aquele cetro, contudo, mesmo arrasado como estava, era muito precioso, pois nele jazia o selo do domínio
de Salém'] ; preciosidade honrada nestas folhas, da cura derramada a revelá-la pronta, no tempo e saúde por Deus ; 
09/11 - .. à tarde, passagens da Gal Costa e Rolando Boldrin ; 
10/11 - .. profundo desgosto c/ o q nos acerca ;
11/11 - .. dantes, fui taxado de amigo de pecadores [Lc 7.34], e neste, fui o próprio no q me entreguei ao cumprimento da/s minha/s parábola/s [Lc 15.11-32] ;
12/11 - .. muitas dores c/ a coluna lesionada ;
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13/11 - .. + 1 fim de semana sem a bênção financeira ; 
14/11 - .. são estes dias em q ñ + posso estar sentado a finalizar a obra ; à tarde, chegada da MBP8C-WS, visto q no PC restaurado, portas USB ñ funcionam ;
15/11 - .. são estes dias em q me farto nas minhas lembranças ;
16/11 - .. à tarde, chegada da CPU à restauração do PC; tb à tarde, a Cóllie deitou-se aos meus pés e vi q seus tumores aumentaram, pelo q só tenho a busca por $ ao seu auxilio ;
17/11 - .. busco condições $ ao auxílio da Cóllie ;
18/11 - .. solicitei emp. consig. à operação da Cóllie ;
19/11 - .. por volta das 15 hs recebemos tel. de q Dna. Zilah faleceu devido Covid; Minha Mãe veio em set/55, e em nov. a conheceu e logo foi trabalhar c/ ela, até 59, qdo a tia Zinda veio p/ o Brasil; por isso Minha Mãe não tornou p/ Portugal, conheceu Meu Pai, casou-se, e assim, foi a Dna. Zilah a responsável por Nossa Família, aqui ;
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20/11 - .. largado de tristeza e dores na cama ;
21/11 - .. recebi resposta positiva ao emp. consign. ;
22/11 - .. Hoje faz 30 anos da passagem de Meu Pai; tb, passagens de Erasmo Carlos e Pablo Milanés ;
23/11 - .. Hoje faz 3 anos da passagem da tia Neomênia e tio Armando; 
24/11 - .. largado de tristeza e dores na cama ;
25/11 - .. largado de tristeza e dores na cama ;
26/11 - .. + 1 fim de semana sem a bênção $ ;
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27/11 - .. largado de dores na cama ;
28/11 - .. emp. consign. ñ concedido ;
29/11 - .. sem internet ;
30/11 - .. sem internet ; ida à PF p/ passaporte; mto massante pq temos Nossa Casa ainda q abandonada pelos fatos já tão aqui descritos ; resolveram de lá me expulsar pelo q cometi, cumpri, mas ñ o fizeram qdo dobrei os joelhos a comer mda à beira da latrina; a isso é q servi, pelo q expulso do meu céu na carne à imagem do meu céu do Espírito q aqui revelo em formas, palavras ;

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sexta-feira, 1 de outubro de 2021

Outubro 21

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O LIVRO DO CORDEIRO

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Em Eterna manutenção !  





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Eu Sou a Porta
Da Porta [Jo 10.1-18]
Das Formas [Nó]
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Do Cerzidor
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Das Bíblias
... à Eternidade ...
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arrumações nova casa
tolhido na cama devido dores e contrações da EM; não + sinto as pernas devido lesão na coluna

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01/10 - .. faz 3 anos da passagem do Zé do Chapéu; ida ao INCOR/HC p/ consulta extra ref. ao Holter; passei muito mal c/ dores violentas por estar na cadeira de rodas das 12 às 18 hs ; 
02/10 - .. desgosto por pregações imbecis a respeito de José, o Carpinteiro, conf. o interesse de quem as faz e ñ condizem c/ a Verdade: todos foram perseguidos, motivo pelo qual ñ estavam na Cruz ao lado de Maria e Jesus disse e a João: 'Eis aí teu filho; eia aí tua Mãe' : ora, isto seria para eles se o aceitassem e à Mãe q o acompanhava por todos os lugares entre os montes q percorriam a curas, pelo q lhes falaram : 'Se fazes isso, manifesta-te ao mundo'; a conversa é outra bem diferente da q os altares pregam [só aceitaram após a ressurreição] ; 
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03/10 - .. dia na cama c/ muitas dores no quadril q irradia à lombar; neste sábado chegaram outras peças p/ o PC e aguardo a montagem;  
04/10 - .. dores e reflexões ;
05/10 - .. dores e reflexões ; 
06/10 - .. dores e reflexões ;
07/10 - .. dores e reflexões ;
08/10 - .. hoje me olhei no espelho e vi meu rosto e cabeça manchados c/ impigem sem q me falassem; desse modo sou tratado por lixo aos olhos de todos assim como na Cruz ;    
09/10 - .. à tarde, fim de + 1 esperança $ ;
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10/10 - .. muita dor nas costas ;
11/10 - .. dor no corpo todo ;
12/10 - .. pé esquerdo inchado feito pão italiano ;
14/10 - .. muitas dores no corpo todo ;
15/10 - .. madrugada em claro c/ muita falta de ar ;
16/10 - .. dia estirado de dores na cama ;
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17/10 - .. passo meus dias [q aqui são os últimos] na cia& de Lourdes & Fátima consternado c/ a hipocrisia q pregam pelo q Nossa Sra. lhes disse 'rezai o terço todos os dias', e ñ .. 'pregai'; à noite, falei à Minha Mãe q a casa aonde nasci, na N. Sra. do Pilar 117, foi comprada pelos mórmons; a loja foi comprada pelos muçulmanos [p/ Mesquita] da mesma forma q comandam a Igreja do Sto Sepulcro, cumprindo o desenho final de Nostradamus .. [a 1/2 lua sobre a Cruz];
18/10 - .. dia estirado na cama ;
19/10 - .. dura madrugada c/ horríveis contrações ;
20/10 - .. ida ao Incor p/ Holter ;
21/10 - ..  largado na cama ;
22/10 - ..  largado na cama ;
23/10 - .. faz 1 ano q comecei a tomar Tramal, o q me vale às dores visto q a ganja me é cerceada; dias em q + me vale o Silêncio, pelo q por lixo sou tratado pois até a alface me é destruída a servir; assim vivi desde sempre sequer reconhecido por filho por deus pai como irmão pelo próprio, modo pelo q nunca + me reconhecerão assim como nesta ñ o fizeram; nisso reside meu desgosto e desilusão;
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24/10 - .. + 1 fim de semana sem a bênção $ ;
25/10 - .. é duro suportar o mal q nunca desejei a outrem, até mesmo qdo esse me é imposto pelo próprio q ñ o suportou ;
26/10 - .. à noite, grande discussão c/ Minha Mãe por denegrir tudo q falo, pq ñ tenho condições de realizar minhas necessidades em algo q ñ me pertence; fui chamado de viciado nesta casa e na Mário Dias, aonde tb perdi a saúde e a vida sob pontapés e murros na nuca em plena infância, de graça; ouvir duma tal 'misericórdia' q inexiste aos únicos e verdadeiros inocentes assassinados diar/te a servirem nas mesas dos seus algozes; é triste assim viver e ver as trevas usarem suas bocas contra o Espírito Santo; nunca ri, destratei nem me desfiz de mendigo nem bêbado pq nunca se sabe o q lhes ocorreu na vida à tal condição, mas eles eram minha família e se me reconhecessem assim como a tudo sempre soube, saberiam quem EU SOU e o q me cumpria pelo q a droga sempre foi o meu refúgio ;
27/10 - .. desgosto sem igual ;
28/10 - .. desgosto e desilusão q ñ findam pq viram me destratar e chamar de viciado, assim como entre murros e pontapés e constante desmerecimento; isso é muito duro ;
29/10 - .. desgosto e desilusão por todo abandono e destrato ;
30/10 - .. madrugada em claro ;
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31/10 - .. da farsa de Medjugore nada + é q a inveja de quem quer  [seja pelo motivo q for], fazer-se + q os outros, típico do roubo dum bem alheio, no caso, de trazer p/ si os olhos do cego, no caso, de quem busca a bênção; já aqui descrevi q a Virgem Maria apareceu em 3 lugares [Fallavaux, Lourdes e Fátima] antes de encarnar na imagem da Arca p/ o fim dos tempos ; ora, se encarnada está, está aos q a conhecem ; à tarde vi a dobra da minha expulsão de casa [06/05/20] ao terminar a escrita e a destruição do PC no início deste ano [21-22/01] sem q agissem em meu favor;

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terça-feira, 1 de dezembro de 2020

Dezembro20

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O LIVRO DO CORDEIRO

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Eu Sou a Porta
Da Porta [Jo 10.1-18]
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arrumações nova casa
tolhido na cama devido dores e contrações da EM; não + sinto as pernas devido lesão na coluna

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01/12 - .. tolhido na cama devido lesão na coluna; meu aniversário de 57 anos;
02/12 - .. tolhido na cama devido lesão na coluna; noite em claro devido falta de ar; nesta tarde, Minha Querida Mãe se lembrou de qdo me deram o golpe na loteria [1983], pois ela foi pegar o jogo e ñ o entregaram; triste, me falou q a nossa vida seria outra se fossem honestos, mas nada + é senão imagem do q me fizeram desde a infância, ñ me defendendo dos tapas da soberba; lembro e meu pai chegou a pegar meu avô pelos ombros, colarinho, e chacoalhá-lo c/ violência, mesmo derramado e c/ muletas; miguel, rafael, rapunzel, pastel, sarapatel, bereguedel e ziriguidel nada fizeram em nosso favor; 


03/12 - .. tolhido na cama devido lesão na coluna; aguardo chegada dos tampos;
04/12 - .. tolhido na cama devido lesão na coluna;
05/12 - .. tolhido na cama devido lesão na coluna;
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06/12 - .. tolhido na cama devido lesão na coluna; 7 meses da mudança e abandono da casa por questões financeiras [a gosto de 'deus']; às 10:20 hs, fim de + 1 esperança $, perdida à frente de quem por nós nada age [nada de novo];
07/12 - .. tolhido na cama devido lesão na coluna; à tarde, vinda dos tampos; + - 20 hs pedi ajuda; e colocaram a mão na região lesionada da coluna, fartando-se em descaracterizar minhas dores e berros;
08/12 - .. tolhido na cama devido lesão na coluna;
09/12 - .. tolhido na cama devido lesão na coluna;
10/12 - .. tolhido na cama devido lesão na coluna; qdo c/ saúde, fiz o q pude, e agora, nada + senão ver a torpe face da 'expulsão dos céus' [q a ninguém cumpria senão a quem tudo gerou por palavra conjugada finda a [e em] quem a proclamou];
11/12 - .. tolhido na cama devido lesão na coluna;
12/12 - .. tolhido na cama devido lesão na coluna; às 23 hs, fim de + 1 esperança $, perdida à frente de quem por nós nada age [nada de novo] ;
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13/12 - .. tolhido na cama devido lesão na coluna; soubemos da passagem da Rosa, cabeleireira, há 2 meses por negligencia médica;
14/12 - .. tolhido na cama devido lesão na coluna; das 06 às 17 hs, ida ao médico p/ Ultrasom bexiga / próstata: tudo ok;
15/12 - .. tolhido na cama devido lesão na coluna; piora respiratória;
16/12 - .. tolhido na cama devido lesão na coluna;
17/12 - .. tolhido na cama devido lesão na coluna;
18/12 - .. tolhido na cama devido lesão na coluna; se estivesse na carne, Meu Pai faria 89 anos;
19/12 - .. tolhido na cama devido lesão na coluna; à tarde, visita da Noêmia e Carlinhos; à noite, +1 fim de semana de esperança $, perdida à frente de quem por nós nada age [nada de novo] ;
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20/12 - .. tolhido na cama devido lesão na coluna; às 11:40 hs falece Nicete Bruno; por esse tempo, chorei revendo e ouvindo este vídeo por seu intento [das nanas do pêlo roxo: 01:45-01:50] e por nada q falo ter crédito no espelho de Mc 6.4 ;
21/12 - .. tolhido na cama devido lesão na coluna;
22/12 - .. tolhido na cama devido lesão na coluna; às 8hs fui ao dentista q me arrancou 2 dentes moles;
23/12 - .. tolhido na cama devido lesão na coluna;
24/12 - .. tolhido na cama devido lesão na coluna; por volta das 17 hs ouvi Minha Mãe falar a meu irmão q me daria de comer vez q desde cedo eu nada comera e o ouvi negar ;
25/12 - .. tolhido na cama devido lesão na coluna; muita falta de ar;
26/12 - .. tolhido na cama devido lesão na coluna; muita falta de ar;
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27/12 - .. tolhido na cama devido lesão na coluna; muita falta de ar; meu tempo é curto; tenho buscado a graça $ à melhores condições clínicas c/ todas as minhas forças, frente a Deus, da mesma forma q o foi na cruz, vez q a sua dobra é o q lhe vale; às 18 hs, fim de + 1 esperança $, perdida à frente de quem por nós nada age ;
28/12 - .. tolhido na cama devido lesão na coluna;
29/12 - .. tolhido na cama devido lesão na coluna;
30/12 - .. tolhido na cama devido lesão na coluna;
31/12 - .. tolhido na cama devido lesão na coluna; às 21 hs, fim de + 1 esperança $, perdida à frente de quem por nós nada age [nada de novo] ;

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